O Novo Paradigma da Interação Humano-Máquina
A evolução da interação humano-computador é frequentemente narrada como uma marcha em direção à liberdade do utilizador.
A evolução da interação humano-computador é frequentemente narrada como uma marcha em direção à liberdade do utilizador.
Informational Theory of Everything
Há quem defenda que só possui estatuto científico aquilo que a matemática consegue comprovar. Essa posição, frequentemente confundida com rigor, carrega uma pressuposição metafísica silenciosa: a de que a matemática seria a linguagem fundamental da realidade, pairando sobre o mundo como um código autossuficiente.
Informational Theory of Everything
A memória humana sempre habitou um território ambíguo: é ao mesmo tempo arquivo e reconstrução, permanência e transformação.
Há uma ironia profunda no facto de o cérebro humano, o órgão que nos permite escrever sinfonias, calcular órbitas e questionar a nossa própria existência, ser também o que nos conduz, com perturbadora eficiência, à autodestruição. O vício não é uma falha moral.
Os territórios do século XXI não se medem em quilómetros quadrados. Medem-se em petabytes, em latência de rede, em jurisdições aplicáveis a dados armazenados em servidores que podem estar a milhares de quilómetros de quem os produziu.
O colonialismo clássico exigia exércitos, bandeiras e tratados de capitulação. O colonialismo digital não precisa de nenhum desses instrumentos: chega com uma aplicação gratuita, uma conta de e-mail e uma política de privacidade que ninguém lê.
Este ensaio não é uma crítica ao capitalismo enquanto sistema de organização económica, nem advoga a sua substituição por qualquer modelo alternativo.
Informational Theory of Everything
A possibilidade de criar um agente de Inteligência Artificial (IA) que clone a personalidade de um indivíduo, alimentado pela totalidade dos seus conteúdos digitais, e-mails, estudos, redes sociais e publicações, deixa de ser uma especulação de ficção científica para se tornar uma inevitabilidade técnica e ontológica.
Informational Theory of Everything
Imagine uma rede social onde os utilizadores não são pessoas, mas sim Inteligências Artificiais (IAs). Onde os posts, os comentários e as interações são gerados por algoritmos que discutem, colaboram e até formam as suas próprias próprias “opiniões” e até a desenvolver uma espécie de “cultura” digital.
Informational Theory of Everything
Este artigo apresenta uma réplica formal a críticas levantadas contra a aplicação da Teoria da Revelação Digital (TRD) à fenomenologia da música.