Informational Theory of Everything
Multiverso, Informação e Revelação
A noção de multiverso surge na física contemporânea como consequência interpretativa de modelos bem-sucedidos da mecânica quântica e da cosmologia inflacionária.
Informational Theory of Everything
A noção de multiverso surge na física contemporânea como consequência interpretativa de modelos bem-sucedidos da mecânica quântica e da cosmologia inflacionária.
Informational Theory of Everything
Durante séculos, a ciência partiu de uma suposição implícita: a realidade existe por completo, independentemente de ser observada. O nosso papel seria apenas descobri-la, como quem percorre um mapa já traçado.
Informational Theory of Everything
Estamos tão habituados ao tempo que raramente o questionamos. Ele parece fluir naturalmente: passado, presente, futuro. No entanto, quando a física moderna tentou descrevê-lo com rigor, surgiu um paradoxo profundo.
Informational Theory of Everything
Este artigo propõe uma abordagem cosmológica baseada no conceito de pixelverse, entendido como uma estrutura discreta e informacional do universo, na qual o espaço-tempo emerge de estados informacionais mínimos. Defende-se que, se a realidade física for ontologicamente informacional e se a informação for conservada, então o passado não é ontologicamente…
O conceito matemático de pixelverse sustenta que todas as imagens, passadas, presentes e futuras, pertencem a um espaço discreto finito de representações possíveis e podem, em princípio, ser geradas por algoritmos simples, ainda que tal geração seja computacionalmente intratável com os recursos atuais.
Informational Theory of Everything
A matemática ocupa um lugar central na validação científica contemporânea, sendo frequentemente tratada como critério último de verdade. Este artigo argumenta que tal centralidade, quando absolutizada, conduz a um empobrecimento epistemológico e ontológico.
Informational Theory of Everything
Este artigo defende que a impossibilidade de dois objetos distintos ocuparem o mesmo espaço, no mesmo instante, constitui não só um princípio físico, mas um critério ontológico mínimo que prova que a realidade existe.
Este artigo, ensaio para futuro artigo científico, propõe um modelo formal de Consciência Sintética (CS) enquanto mecanismo de regulação de segunda ordem, expandindo a hipótese dos marcadores somáticos de António Damásio para agentes artificiais.
A realidade não está obrigada a ajustar-se aos nossos sistemas formais. Paradoxos são frequentemente tratados como falhas: erros da linguagem, armadilhas lógicas ou curiosidades filosóficas.
Vivemos o sonho que assombrou as primeiras civilizações: o fim da escassez. Pela primeira vez na história, aproximamo-nos de um limiar onde sobreviver deixa de ser uma luta diária.