Estaremos a assistir ao fim a verdade?
A inteligência artificial (IA) está a transformar o tecido social de forma profunda, redesenhando a forma como percebemos a verdade e como estabelecemos confiança.
A inteligência artificial (IA) está a transformar o tecido social de forma profunda, redesenhando a forma como percebemos a verdade e como estabelecemos confiança.
A academia encontra-se, no início do século XXI, em plena encruzilhada histórica. A Inteligência Artificial (IA) democratizou o acesso à informação em escala global.
As cidades são testemunhas vivas da história da humanidade. As suas ruas, edifícios e monumentos contam histórias de triunfos, tragédias, inovações e transformações que moldaram o nosso presente.
O paradigma educacional, que durante séculos se baseou em modelos de transmissão de conhecimento, enfrenta hoje uma transformação sem precedentes.
Vivemos na era da imagem. O turismo deixou de ser apenas uma experiência vivida e passou a ser também uma experiência partilhada.
Sou fascinado pelo encontro entre ciência, filosofia e tecnologia. Foi dessa curiosidade que nasceu o conceito do Pixelverse: um quadro conceptual que mostra como sistemas finitos e discretos – como píxeis num ecrã ou estados quânticos na física – podem dar origem à experiência humana do infinito e do contínuo.
Nos últimos anos, a crítica mais recorrente dirigida a cursos de pós-graduação em Marketing Digital é a falta de projetos práticos que integrem, de forma transversal, todas as competências exigidas pelo mercado.
A inteligência artificial tem feito progressos incríveis, mas ainda está presa a uma forma de lógica fria e calculista, daí a importância do conceito de marcadores sintéticos.
A dupla de detectives Dupond et Dupont, da clássica banda desenhada Tintim, encarna uma sátira perfeita da investigação burocrática: enquanto um repete as palavras do outro, disfarçando redundância sob o véu da autoridade, ambos falham em questionar o óbvio.
Desde a sua formulação em 1965 por Gordon Moore, cofundador da Intel, a Lei de Moore tem sido um dos pilares fundamentais da evolução da computação.