“Right to Repair”, Sustentabilidade e Defesa do Consumidor
O movimento pelo Right to Repair (Direito de Reparar) surge como uma resposta urgente a dois grandes desafios contemporâneos: a crise ambiental e a desigualdade no poder de consumo.
O movimento pelo Right to Repair (Direito de Reparar) surge como uma resposta urgente a dois grandes desafios contemporâneos: a crise ambiental e a desigualdade no poder de consumo.
Immanuel Kant, uma das figuras centrais da filosofia moderna, abordou em sua obra temas universais que continuam atuais na contemporaneidade.
Platão, um dos maiores pensadores da filosofia ocidental, vislumbrou em sua obra um mundo ideal moldado pela razão, onde a justiça, a virtude e a sabedoria seriam os pilares de uma sociedade perfeita.
Friedrich Nietzsche, o provocador filósofo alemão, legou ao pensamento ocidental uma das suas ideias mais inquietantes: “O ser humano é algo que deve ser superado.”
Marshall McLuhan, um dos pensadores mais influentes do século XX, é amplamente conhecido pelas suas reflexões sobre mídia e tecnologia, sobretudo pela sua visão de que “a tecnologia não é apenas uma ferramenta, mas uma extensão do ser humano”.
A revolução tecnológica liderada pela inteligência artificial (IA) está a transformar profundamente a economia global, levantando questões fundamentais sobre o trabalho, o valor e a sustentabilidade.
O conceito de modernidade líquida foi introduzido pelo sociólogo polaco Zygmunt Bauman, que procurou descrever as características da sociedade contemporânea, marcadas pela fluidez, pela efemeridade e pela falta de estruturas sociais sólidas.
Com a rápida expansão da tecnologia digital, o conceito de um “país” está em transformação.
O lançamento do Willow, o chip quântico avançado do Google Quantum AI, recentemente anunciado, marca uma nova era na computação.
Desde a Revolução Industrial, a humanidade tem sido a sua maior ameaça existencial.