A Neuroestratégia na Educação dos Jovens
No mundo moderno, com os seus avanços em neurociência e psicologia cognitiva, a educação tem vindo a ser repensada a partir de uma perspetiva neurocientífica.
No mundo moderno, com os seus avanços em neurociência e psicologia cognitiva, a educação tem vindo a ser repensada a partir de uma perspetiva neurocientífica.
A Inteligência Artificial (IA) transformou inúmeros aspetos da nossa vida, e a educação não é exceção.
Com o avanço da Inteligência Artificial (IA), os jovens encontram-se cada vez mais rodeados de ferramentas que transformam a forma como aprendem e resolvem problemas.
A ideia de que o tempo é fixo e existe numa estrutura de bloco, onde passado, presente e futuro coexistem simultaneamente, é conhecida como o universo em bloco.
Durante séculos, a criatividade foi vista como uma característica exclusivamente humana, associada a processos mentais e emocionais complexos e tida como uma expressão do “génio” individual.
Na mitologia grega, no mito de Sísifo, o rei de Corinto, foi condenado pelos deuses a um castigo eterno pela sua astúcia e afronta às leis divinas.
A história de Tântalo, condenada na mitologia grega ao tormento eterno de nunca poder satisfazer a sua sede e fome, é uma metáfora poderosa para a condição humana, que permanece relevante e perturbadora no nosso mundo moderno.
Inspirando-nos na Biblioteca de Babel, idealizada por Jorge Luis Borges como uma biblioteca universal contendo todas as combinações possíveis de caracteres e, portanto, todos os textos já escritos, ou que poderiam vir a ser escritos, podemos expandir esta ideia para a era digital.
Fernando Pessoa, poeta português do início do século XX, ficou famoso pela criação de heterónimos, personalidades literárias independentes, cada uma com estilo e voz distintos.
José Saramago, em O Homem Duplicado, explora o drama da identidade através da história de Tertuliano Máximo Afonso, um professor de História que, ao ver um filme, descobre a existência de um homem idêntico a ele.