Lente Humana vs Corpus Informacional
A ciência sempre avançou olhando para o universo através de uma lente humana, uma lente que nos deu ferramentas poderosas, mas também limitações profundas.
A ciência sempre avançou olhando para o universo através de uma lente humana, uma lente que nos deu ferramentas poderosas, mas também limitações profundas.
Durante muito tempo, a cultura ocidental representou o corpo humano segundo uma hierarquia relativamente simples: no topo estaria o cérebro, associado à razão, à decisão e à consciência; abaixo dele, os restantes órgãos, entendidos sobretudo como executores de funções fisiológicas específicas.
A Teoria da Autoidolatria Informacional (TAI) previu, na sua segunda proposição empírica, que a continuidade da identidade digital, a protecção contra a manipulação algorítmica, a autenticidade das representações pessoais, o controlo sobre agentes de IA personalizados e a herança informacional entrariam progressivamente no núcleo do direito civil e constitucional.
Este artigo aplica a metodologia tripartida do Corpus Informacional, confirmação, rejeição, complementaridade, à Teoria da Autoidolatria Informacional (TAI), proposta no livro Adoramo-nos a Nós Próprios.
O presente artigo analisa criticamente o enigma colocado pela aparente incomensurabilidade entre a atividade inconsciente de 37 biliões de células e a unidade fenomenológica da consciência reflexiva, à luz do Corpus Informacional.
O presente artigo seminal aplica a metodologia tripartida do Corpus Informacional, confirmação, rejeição e complementaridade, a um texto de divulgação científica sobre Inteligência Organoide (Organoid Intelligence, OI) e biocomputação.
Em maio de 2025, uma equipa de investigadores liderada pela Universidade da Califórnia em Berkeley reportou a indução, em cinco participantes, de uma experiência cromática relatada como categoricamente nova, designada informalmente “Olo”, através de estimulação seletiva a laser dos cones fotorreceptores sensíveis ao verde (técnica “Oz”), contornando a sobreposição espectral que rege a visão tricromática natural.
Este artigo analisa um diálogo público entre o físico Brian Greene e o crítico cultural Leon Wieseltier, integrado na programação do Nexus Institute dedicada às relações entre ciência, transcendência, materialismo e futuro da civilização ocidental. As figuras de Friedrich Nietzsche e Vincent van Gogh são aqui consideradas referências simbólicas e interpretativas, e não participantes efetivos do diálogo. O objetivo não é reconstruir exaustivamente as posições dos intervenientes, mas examinar o modo como o confronto articula fisicalismo, emergência do sentido, transcendência e valor. Para esse efeito, aplica-se uma grelha tripartida, confirmação, rejeição e complementaridade, ao quadro teórico do Corpus Informacional, com especial atenção à Hipótese Emergencial Informacional da Consciência (HEIC), à Hipótese da Porta Relacional (HPR), à Ontologia Informacional Dinâmica Universal (OID/U) e ao Postulado de Blindagem Ontológica (PBO). Sustenta-se que o Corpus pode aceitar a crítica à ideia de uma teleologia cósmica pré-inscrita nas leis físicas, mas rejeita a redução do sentido, da consciência e da agência a meras ilusões narrativas. Propõe-se, em alternativa, a Relação informacional como categoria teórica intermédia entre o substrato físico e uma transcendência metafísica concebida como exterior a qualquer explicação naturalista. Conclui-se que esta proposta possui valor heurístico, mas que o seu estatuto filosófico depende ainda da definição dos conceitos fundamentais, da explicitação das condições de testabilidade e do confronto sistemático com teorias contemporâneas da emergência, da consciência e do fisicalismo não redutivo. Palavras-chave: Corpus Informacional; HEIC; HPR; OID/U; PBO; emergência; fisicalismo; relação informacional; consciência; Brian Greene; Leon Wieseltier; Nexus Institute. 1. Introdução: o contexto do diálogo Nexus O Nexus Institute…
Este artigo aplica a metodologia tripartida do Corpus Informacional, confirmação, rejeição e complementaridade, a uma verificação factual sobre a investigação de Qing Li em shinrin-yoku (forest bathing).
Este artigo insere o pensamento de Derek Parfit, em particular o seu reducionismo sobre a identidade pessoal, a tese de que “a identidade não é o que importa” e a Relação R, continuidade psicológica, conectividade psicológica e, em certas formulações, causa apropriada, no espaço dialógico do Corpus Informacional.