A Semente da Prosperidade que a Educação Não Pode Ignorar
O que define, verdadeiramente, uma nação próspera? Não são apenas os arranha-céus, as estradas modernas ou os indicadores económicos robustos.
O que define, verdadeiramente, uma nação próspera? Não são apenas os arranha-céus, as estradas modernas ou os indicadores económicos robustos.
A inteligência artificial (IA) está a transformar o tecido social de forma profunda, redesenhando a forma como percebemos a verdade e como estabelecemos confiança.
A dupla de detectives Dupond et Dupont, da clássica banda desenhada Tintim, encarna uma sátira perfeita da investigação burocrática: enquanto um repete as palavras do outro, disfarçando redundância sob o véu da autoridade, ambos falham em questionar o óbvio.
Desde a sua formulação em 1965 por Gordon Moore, cofundador da Intel, a Lei de Moore tem sido um dos pilares fundamentais da evolução da computação.
A legislação sobre o Mercado Único para os Serviços Digitais, deve, em nosso entender, ter uma abrangência holística, devendo incluir consumidores, empresas e supervisores.
Friedrich Nietzsche, o provocador filósofo alemão, legou ao pensamento ocidental uma das suas ideias mais inquietantes: “O ser humano é algo que deve ser superado.”
Marshall McLuhan, um dos pensadores mais influentes do século XX, é amplamente conhecido pelas suas reflexões sobre mídia e tecnologia, sobretudo pela sua visão de que “a tecnologia não é apenas uma ferramenta, mas uma extensão do ser humano”.
A revolução tecnológica liderada pela inteligência artificial (IA) está a transformar profundamente a economia global, levantando questões fundamentais sobre o trabalho, o valor e a sustentabilidade.
O lançamento do Willow, o chip quântico avançado do Google Quantum AI, recentemente anunciado, marca uma nova era na computação.
Desde a Revolução Industrial, a humanidade tem sido a sua maior ameaça existencial.