Liberdade Vigiada: A Nova Anatomia da Servidão Voluntária
Este artigo examina a evolução histórica do conceito de liberdade, das grilhetas físicas da Antiguidade às arquiteturas invisíveis de controlo do século XXI.
Este artigo examina a evolução histórica do conceito de liberdade, das grilhetas físicas da Antiguidade às arquiteturas invisíveis de controlo do século XXI.
Informational Theory of Everything
Imagine que entra numa sala. No centro, um piano de cauda, negro e imóvel. Ninguém toca. Não há som. Mas há silêncio?
Informational Theory of Everything
Este ensaio parte de uma das afirmações mais provocadoras da física contemporânea, a de Anton Zeilinger, segundo a qual a distinção entre realidade e informação não pode ser estabelecida de modo absoluto e coloca-a em diálogo com o quadro teórico das Teorias Informacionais: a Hipótese Emergencial da Consciência (HEIC), a Teoria Informacional de Tudo (TIT), a Teoria da Revelação Digital (TRD) e a Ontologia Informacional Dinâmica Unificada (OID/U).
Informational Theory of Everything
O presente artigo parte da tese central da Teoria da Fronteira da Pessoa: a impossibilidade estrutural de a inteligência artificial substituir a consciência de primeira pessoa.
Informational Theory of Everything
O presente ensaio propõe uma distinção filosófica e informacional central para a era da inteligência artificial: a diferença entre ações realizadas na terceira pessoa e ações realizadas na primeira pessoa. A tese aqui defendida é que a IA tende a substituir, de forma progressiva e abrangente, toda a atividade humana descritível, formalizável e replicável em termos de terceira pessoa, isto é, toda a ação que possa ser observada externamente, codificada e processada por sistemas informacionais. Em contrapartida, sustenta-se que a IA não substitui, pelo menos no sentido forte em que uma subjetividade é substituída por outra, o que ocorre exclusivamente em primeira pessoa: a experiência vivida, a intencionalidade irredutível, a autoconsciência e o testemunho subjetivo. Importa sublinhar desde já o alcance metodológico desta proposta. O ensaio não pretende demonstrar empiricamente que nenhuma máquina possa vir a exibir estados subjetivos; pretende antes argumentar que, à luz do modo como a subjetividade é tratada na filosofia da mente, a passagem da descrição funcional para a experiência vivida permanece filosoficamente não resolvida. O argumento é desenvolvido no quadro das Teorias Informacionais do autor, em particular a HEIC, a TIT e a OID/U e em diálogo crítico com Nagel, Chalmers, Floridi, Tononi, Searle e Wheeler. A tese tem implicações para a filosofia da mente, a economia do trabalho, a ética da IA e a ontologia da identidade humana. Palavras-chave: inteligência artificial; primeira pessoa; terceira pessoa; consciência; informação; HEIC; insubstituibilidade; filosofia da mente. Introdução Vivemos um momento em que a pergunta “o que poderá a inteligência artificial fazer melhor do que…
Informational Theory of Everything
O presente artigo propõe uma reconceitualização da intuição à luz da Teoria Informacional de Tudo (TIT). Partindo do reconhecimento científico da intuição como fenómeno neurocognitivo de reconhecimento rápido de padrões, argumenta-se que a TIT oferece uma arquitectura formal capaz de descrever a intuição em termos de estados, observações e transformações informacionais.
Desde que o primeiro ser humano caminhou sobre a Terra, uma verdade pareceu absoluta: todos envelhecemos. Através de todas as culturas, civilizações e avanços tecnológicos, ninguém foi isento.
A evolução da interação humano-computador é frequentemente narrada como uma marcha em direção à liberdade do utilizador.
Informational Theory of Everything
Há quem defenda que só possui estatuto científico aquilo que a matemática consegue comprovar. Essa posição, frequentemente confundida com rigor, carrega uma pressuposição metafísica silenciosa: a de que a matemática seria a linguagem fundamental da realidade, pairando sobre o mundo como um código autossuficiente.
Informational Theory of Everything
A memória humana sempre habitou um território ambíguo: é ao mesmo tempo arquivo e reconstrução, permanência e transformação.