Lente Humana vs Corpus Informacional
A ciência sempre avançou olhando para o universo através de uma lente humana, uma lente que nos deu ferramentas poderosas, mas também limitações profundas.
A ciência sempre avançou olhando para o universo através de uma lente humana, uma lente que nos deu ferramentas poderosas, mas também limitações profundas.
Há uma parte importante do futuro de um país que raramente chega ao telejornal: a identificação e o desenvolvimento, desde cedo, de jovens com capacidades científicas excecionais. Não se trata apenas de notas altas ou de prémios escolares.
Durante muito tempo, a cultura ocidental representou o corpo humano segundo uma hierarquia relativamente simples: no topo estaria o cérebro, associado à razão, à decisão e à consciência; abaixo dele, os restantes órgãos, entendidos sobretudo como executores de funções fisiológicas específicas.
A Teoria da Autoidolatria Informacional (TAI) previu, na sua segunda proposição empírica, que a continuidade da identidade digital, a protecção contra a manipulação algorítmica, a autenticidade das representações pessoais, o controlo sobre agentes de IA personalizados e a herança informacional entrariam progressivamente no núcleo do direito civil e constitucional.
Este artigo aplica a metodologia tripartida do Corpus Informacional, confirmação, rejeição, complementaridade, à Teoria da Autoidolatria Informacional (TAI), proposta no livro Adoramo-nos a Nós Próprios.
O presente artigo analisa criticamente o enigma colocado pela aparente incomensurabilidade entre a atividade inconsciente de 37 biliões de células e a unidade fenomenológica da consciência reflexiva, à luz do Corpus Informacional.
A imagem de um livro em chamas sempre foi o símbolo máximo da aniquilação do pensamento crítico. Da Biblioteca de Alexandria às fogueiras da Inquisição, passando pelos rituais de censura do regime nazi, queimar papel foi o ato supremo de quem pretende apagar do registo humano aquilo que incomoda.
O presente artigo seminal aplica a metodologia tripartida do Corpus Informacional, confirmação, rejeição e complementaridade, a um texto de divulgação científica sobre Inteligência Organoide (Organoid Intelligence, OI) e biocomputação.
Em maio de 2025, uma equipa de investigadores liderada pela Universidade da Califórnia em Berkeley reportou a indução, em cinco participantes, de uma experiência cromática relatada como categoricamente nova, designada informalmente “Olo”, através de estimulação seletiva a laser dos cones fotorreceptores sensíveis ao verde (técnica “Oz”), contornando a sobreposição espectral que rege a visão tricromática natural.
A imagem de um livro em chamas não é apenas uma metáfora. É um eco dos episódios mais sombrios da história humana: da destruição da Biblioteca de Alexandria às fogueiras da Inquisição, passando pelos rituais de censura do regime nazi.