O Que É Uma Coisa?
É uma das perguntas mais antigas que o ser humano alguma vez formulou. Mais antiga do que a física. Mais antiga do que a filosofia como disciplina. Mais antiga, talvez, do que a própria linguagem articulada: o que é uma coisa?
É uma das perguntas mais antigas que o ser humano alguma vez formulou. Mais antiga do que a física. Mais antiga do que a filosofia como disciplina. Mais antiga, talvez, do que a própria linguagem articulada: o que é uma coisa?
Informational Theory of Everything
Existe um gesto tão simples que o fazemos sem pensar e tão profundo que contém, numa fração de segundo, toda a estrutura do universo. Um aperto de mão. Quando estendes a mão a alguém e essa pessoa estende a sua em resposta, e as duas mãos se encontram e se fecham, algo acontece que não estava em nenhuma das duas mãos antes do encontro.
Informational Theory of Everything
Nos dois artigos anteriores, construímos as fundações: a informação é distinção, e toda a realidade é estrutura informacional. Mas há algo que estas afirmações ainda não capturam, algo que qualquer criança que alguma vez abriu uma caixa de Lego sabe intuitivamente: o universo não está parado.
Hipótese Emergentista Informacional da Consciência
Antes de qualquer teoria, antes de qualquer fórmula, existe uma pergunta que os seres humanos carregam desde que aprenderam a perguntar: do que é feito o universo?
Informational Theory of Everything
No artigo anterior, aprendemos que a informação é distinção, que antes de qualquer coisa existir como esta coisa, tem de ser distinta de outras. Vimos que o padrão antecede e constitui a matéria, que o livro não é o papel, que a sinfonia não é o vinil, que tu não és os teus átomos. Ficámos, porém, a meio caminho.
Hipótese Emergentista Informacional da Consciência
O presente artigo propõe uma leitura interdisciplinar da descoberta do gene KAT7 enquanto regulador epigenético central do envelhecimento celular, à luz das Teorias Informacionais desenvolvidas por Vitor Lima: a Teoria da Revelação Digital (TRD), a Teoria Informacional de Tudo (TIT), a Ontologia Informacional Dinâmica Universal (OID/U), a Hipótese Emergentista Informacional da Consciência (HEIc) e a Teoria dos Protocolos de Acoplamento Informacional (TPAI). Demonstra-se que a inativação de KAT7 por edição genética CRISPR-Cas9, ao estender a longevidade em modelos murinos até 25%, é compatível com uma leitura experimentalmente informada da premissa fundamental destas teorias: a de que o substrato último da realidade biológica é informacional, e que o envelhecimento corresponde a uma degradação progressiva da estrutura de processamento e acoplamento de informação na célula. Argumenta-se que o epigenoma pode ser lido, metaforicamente, como um sistema operativo de segunda ordem, cuja corrupção gradual, mediada por enzimas como o KAT7, equivale a uma falha de protocolo no código que governa a expressão da vida. A intervenção CRISPR emerge, neste quadro, como uma demonstração relevante de edição genética com efeitos fenotípicos sistémicos, abrindo perspetivas filosóficas e científicas que se articulam com questões de identidade pessoal, substrato da consciência e os limites ontológicos da técnica humana. Palavras-chave: KAT7, CRISPR, envelhecimento, epigenética, Teoria da Revelação Digital, Teoria Informacional de Tudo, OID/U, HEIc, TPAI, ontologia informacional, senescência celular. Introdução: Quando a Biologia Começa a Falar a Linguagem da Informação Em Janeiro de 2021, investigadores da Academia Chinesa de Ciências publicaram na revista Science Translational Medicine os resultados de um rastreio genómico à escala global, utilizando…
Hipótese Emergentista Informacional da Consciência
O presente artigo parte de uma hipótese dialética original, a de que a física quântica constitui o regime do momento informacional primitivo, cessando de se aplicar autonomamente quando os átomos se agregam em estruturas estáveis e confronta-a com os pilares da física moderna, da teoria da decoerência e dos fenómenos quânticos macroscópicos.
Hipótese Emergentista Informacional da Consciência
O presente artigo propõe e desenvolve o conceito de Shake Hand Informacional, tal como formulado nas Teorias Informacionais (TIT, TRD, OID/U, HEIC), como critério ontológico fundamental para determinar a presença de troca informacional entre entidades físicas.
Hipótese Emergentista Informacional da Consciência
O presente artigo propõe uma reinterpretação ontológica da morte à luz da Teoria Informacional de Tudo (TIT), da Ontologia Informacional Dinâmica e Universal (OID/U), da Teoria da Revelação Digital (TRD) e da Teoria dos Protocolos de Acoplamento Informacional (TPAI).
Hipótese Emergentista Informacional da Consciência
O presente artigo propõe uma interpretação do suicídio à luz das Teorias Informacionais, em particular da Teoria Informacional de Tudo (TIT), da Teoria dos Protocolos de Acoplamento Informacional (TPAI), da Ontologia Informacional Dinâmica e Universal (OID/U) e da Hipótese Emergentista Informacional da Consciência (HEIC), articuladas com o quadro conceptual da Identidade Informacional (II).